Queria ser como Renato Russo

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Sei que eu não sou a única, mas eu queria ser como Renato Russo. É incrível como esse cara tem uma música para todo o tipo de situação, ou melhor, tem musica que serve para mais um tipo de situação! Letras descaradas, letras veladas, letras engraçadas, letras sádicas...
Renato foi um arauto da nossa juventude. Um exemplo de alguém que sabe muito, mas que se deixou levar... Renato era incrivelmente humano. Não tive a oportunidade de conhece – lo pessoalmente, mas o conheço através de suas composições que nada mais é do que um reflexo daquela mente tão brilhante. A vida é tão grande, mas também pode ser tão curta...
Musicas como Anjos, Metal Contra as Nuvens, Musica Ambiente, Por Enquanto, Índios, Vento no Litoral, O teatro dos Vampiros, O Senhor da Guerra, Ainda é cedo, Giz...
Como ele nunca haverá, o que ele nos deixou jamais será esquecido.
Saudades eternas, Renato.

Dia de Otário

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Hoje eu tive um dia que escolhi chamar de “Dia de Otário”. Neste dia, por pequena coisa, eu olhei para toda a minha vida e desprezei – a. Olhei todos os meus sonhos e esforços, toda a luta diária que não apenas eu, mas todo o ser humano passa, e achei medíocre.
Convoquei todos os meus melhores amigos. Teve um que se compadeceu profundamente e enxugou minhas lágrimas, outro disse que eu era muito dramática, outro me ouviu, estudou fatos e deu a solução para o caso e teve um que riu de mim descaradamente e desejou que eu aprendesse algo com isso.
Perdi o dia entre lembranças e questionamentos e vi as coisas como cada um dos meus amigos. Lamentei, achei - me tola, procurei uma solução, e no fim eu ri de mim mesma. “Querida Lee, por que você simplesmente não mandou a causa desse seu estado tomar no reto e abriu uma lata de coca cola zero?”
Findou-se o dia e amei minha vida novamente. Olhei meus sonhos e esforços e tive orgulho de mim mesma. Se pelo menos eu aprendesse... rsrsrs.

Palavras de um futuro bom

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Há momentos em nossas vidas que, sinceramente, parece que a maré não vai mudar. Putz! Aí vem aquele filminho com todas as coisas que você quis e não consegui, aquele romance que tinha tudo pra dar certo, e não sabemos o porquê, desandou, aquele amigo tão presente agora não é mais aquele amigo tão presente...
Isso acontece comigo, acho que trimestralmente. É verdade! Eu tenho uma mania incrível de, de tempos em tempos, fazer uma revisão em minha situação de vida nessa terra e quase sempre bate o desânimo. Não que eu não seja feliz. Eu tenho tudo o que é necessário: Família, Amigos, Capital Inicial, um emprego que não é aquela maravilha mas pelo menos dá pra desenrolar a grana pras baladas, faço um curso na faculdade que eu sonhei... Mas eu acho que sou perfeccionista com a vida. Ás vezes parece que eu quero a vida como em uma novela, ou melhor, como em um romance de revista que é mais emocionante.
Sempre que acontece essa crise emocional eu crio uma frase. A dessa vez foi inspirada numa música de Capital Inicial e também em um ditado popular. Essa frase eu quero deixar aqui como registro de um momento que eu sei que vai passar, mas que está doendo.


“Eu escolhi uma estrada... e não vou olhar pra trás. Dizem que a gente só planta o que colhe, mas, assim como a semeadura, a colheita não é única. Então vamos lá, Lee, é você quem faz acontecer”

E como dizia Renato Russo em Metal Contra as Nuvens: Tudo passa, tudo passará...


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Pensamentos de Julho

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Sou uma pessoa que acredita nas pessoas. Sim, para mim se alguém determina um propósito em sua vida e corre atrás dele, certamente ele vai ser bem sucedido em seu empreendimento. É por isso que os meus relacionamentos não duram muito. Eu acredito que uma pessoa quando quer algo, não fica enrolando ou enchendo o caminho de obstáculos. Quando realmente se quer alguma coisa, o mínimo pensado é em se a coisa der errada, pois a pessoa está muito mais interessada em vencer, e o resto... Ah o resto, se vier, que venha depois.
Certa vez, conheci um carinha que dizia que gostava de mim e tal, mas que tinha medo de se apegar ou que eu me apegasse a ele, pois, naquele momento, ele não estava a fim de nada sério nem comigo nem com ninguém. Tudo bem, à época eu não poderia manter um relacionamento sério com ninguém, eu tinha muitas aspirações, um caminho bastante complicado que eu precisava traçar cuidadosamente. O que eu não sabia é que essa é mais uma modalidade de sem vergonhismo, a moda do momento. Os caras pensam que abrir o jogo, dizer que é cafajeste vai tornar menos frustrante as mancadas que eles darão. Não funciona. Acabou que, depois de muitos desentendimentos, eu resolvi cortar relações com o dito cujo. Era muito chato ter que provar todos os dias aquele garoto que eu não estava apaixonada por ele e que não iria me apaixonar, até porque eu nunca tive e não tenho bola de cristal para saber. Só havia uma solução: por um ponto final na história. E foi a melhor coisa que eu fiz. Se ele descobriu o que realmente queria eu não sei, mas para mim a página virou. E não é querendo me gabar, mas a fila anda. E andou.
Se você inicia algo sem se entregar, não vale à pena. Nem a frustração vai ser verdadeira, pois você já pensava nela desde o início. Eu realmente prefiro ser irracional em certas coisas. É querer e correr o risco. No trabalho, no amor, na amizade. Esse é o fundamento do Segredo não é mesmo? E que o universo conspire ao meu favor, porque eu mereço. :)


Escrito em 17/07/2008

Vídeo do Niver de Nick

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Naza

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Se tem uma galera boa de beber e zoar bastante, é a Galera de Naza. Digo de Naza, mas ninguém mora lá. São titulados de "de Naza" porque foi em Nazaré da Mata, nessa encantandora cidade da Zona da Mata Norte de Pernambuco que eu os conheci, na Faculdade de Formação de Professores de Nazaré da Mata - FFPNM, nos meus tempos de historiadora. Quando conheci essa galera eu era uma pessoa que ainda não sabia muito bem o que faria, como seria... Mas eu descobri muitas coisas no pouco tempo que eu passei lá. E conheci pessoas que eu jamais esquecerei.
Em Naza, toda a sexta é dia de festa. A FFPNM é cercada de bares, mas o point da galera é o Bar da Flavinha. Lá eu aprendi a tomar cana, dançar forró e a zoar bastante. 80% dos universitários da FFPNM, nao residem em Nazaré da Mata, então há dezenas de ônibus locados nas proximidades da Faculdade, os ônibus que levam a galera pra estudar. E a festa começa já dentro do busão mesmo. Coitados dos motoristas...

Ontem, foi o niver de uma amiga muito querida minha, que eu conheci em Naza, mas que nunca estudou e nem mora lá, ela sempre foi pra cair na bagaceira. É a Monique, Nick! Claro que a festa não poderia ser em outro lugar, senão em Nazaré. Foi muito bom rever o povo... Sabe o que é se sentir entrosado, parte mesmo da turma? É assim que eu me sinto no meio dessa galera. É muito legal, pow!

E que não mude, porque é tão bom...

Into the Nigth

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Rapaz, fale do nordeste quem quiser, mas essa terra é muito boa, pow. Aqui temos uma diversidade imensa de baladas: dance, forró, swingueira, axé, rock, pagode, brega, reaggae, mangue beach... tudo no seu lugar. Cada um sai à procura da sua balada e encontra. No verão é melhor ainda... As baladas ocorrem na praia... Perfect... Um house nas areias de Porto...
Eu sou baladeira de plantão, Adorooo estar na gandaia, dançando e me divertindo sem pensar em nada... É a minha Yoga. Mas estou falando de uma boa balada, porque nem todas conseguem ser aquilo que agente quer.
Defino uma balada completa quando: o som me faz delirar, tem gente bonita circulando e a vodka não é muito cara (haushau). Já conheci pessoas incríveis nas baladas da vida. Conheci sem noções também, mas isso não me importa. Só lembro mesmo do que foi bom.








Amigos para Sempre

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Olhando os meus scraps hoje, tinha um de uma amiga muito querida minha. Uma amiga daquelas que estão com a gente nos melhores e piores momentos da vida. Uma amiga que me viu crescer, que me ajudou a crescer, uma amiga que eu pude compartilhar muitas experiências da minha vida. Mas nós crescemos, escolhemos nossos caminhos e seguimos cada uma para o seu lado.
Isso não aconteceu apenas com essa amiga, mas com várias outras no decorrer de minha vida, e, acreditem, eu não sou uma pessoa que descarta as outras. Sou o mais leal possível, mas a vida impõem certas regras de sobrevivência. Aquelas pessoas foram importantes/imprescindíveis naquele momento, mas, hoje você pode viver sem elas. Hoje outras pessoas são imprescindíveis, pois as suas necessidades também mudaram. Mas isso não é tão simples assim como eu estou falando... É difícil, dói, e deixa marcas. Mas é inevitável. O resgate do passado não será possível. Mudaram as estações e tudo mudou... Tão estranho é olhar para uma pessoa com a qual tinhamos a maior intimidade e não saber mais o que falar. Saber que a pessoa também sente o mesmo... Não ter mais aquela liberdade, não por medo apenas da pessoa, mas por nós também.
Mas o que fazer então com aquele sentimento que ficou em nosso coração? Melhor deixa – lo guardado, junto com as melhores lembranças de nossas vidas. Tudo foi válido, aquele amigo sempre será especial e não vale a pena quebrar essa importância.

Primeiras Palavras da Lee

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As primeiras palavras são sempre as mais difíceis... Como me apresentar, pra vc, que está lendo essa postagem agora? O que você gostaria de ler? Ai meu Deus!

Sabe de uma coisa? Não sei o que você gostaria de ler e nem quero saber. Eu vou dizer o que eu quero dizer.

Sou Capitaliana, diferentemente de Capitalista. Capitaliana é o adjetivo dado aos fãs de Capital Inicial. Capital para mim é uma necessidade vital. E muitos vou falar dessa banda por aqui.
Porém não esse blog não tem o propósito único de falar de Capital. Decerto que eles estarão sempre presente, mas nem só de CI viverá o homem.

Aqui me farei presente. Eu e minha essência.

Prazer, meu nome é Diana Lee. Welcome to my life.